Limites e autonomia formam adultos mais seguros e independentes.

12/06/2018

Educar um filho é tarefa árdua, mas gratificante e única. Saber exatamente o caminho a seguir em cada situação é quase impossível, até porque as pessoas são diferentes e os valores mudam. Mas uma coisa é certa: crianças precisam de limites, mas também de autonomia.    

 

O dilema é encontrar o ponto de equilíbrio para acolher e soltar na medida certa. E infelizmente não existe receita pronta para isso, cada núcleo familiar deve encontrar o seu modelo ideal, puxando alguns aspectos da mãe, outros do pai.

 

Alguns elementos, contudo, podem ajudar. O primeiro é reconhecer a importância da autonomia para o desenvolvimento e construção da saúde emocional dos filhos. Ela tem ligação direta com o desenvolvimento da consciência moral, pois ela permite que o filho faça escolhas, tome decisões e busque os seus objetivos, tendo como base os valores e os limites ensinados pela família.

 

O segundo é a consciência de que dar limites não significa ser severo e pode ser feito com carinho e respeito. Limite nada tem a ver com castigo e as conquistas devem vir através do mérito.

 

O terceiro diz respeito à escola. Lembre-se que o papel de educar é primordialmente dos pais, e não dos professores. Dito isso, confira algumas dicas legais para conduzir essa super tarefa:

 

 

Dê autonomia desde a primeira infância

 

Dar autonomia desde a infância é fundamental para formar as crianças. Insira alguns hábitos na rotina que ajudem a estimular a independência, como se alimentar sozinho (com supervisão) ou ir ao banheiro.

 

 

Libere as pequenas decisões

 

Na ânsia de repassar limites é comum impedir que os pequenos tomem algumas pequenas decisões. É essencial inserir as crianças em situações que as estimule a tomar decisões, mas enfatizando que dar autonomia não quer dizer não obedecer regras.

 

 

Estabeleça critérios para definir limites

 

  1. Não negociável: faça uma lista de coisas que não são negociáveis, como trocar o almoço por guloseima, bater no irmão ou no animal de estimação.

  2. Podemos conversar: defina tudo o que é negociável, coisas que tem dias que sim e outros que não rola, como tomar banho um pouco mais tarde do horário habitual, dormir na casa de um amiguinho, assistir televisão por mais tempo.

  3. Essa briga não compro: lista daquilo que é desnecessário gastar energia e brigar sem necessidade, como comer um doce fora de hora ou a criança escolher a roupa que quer colocar.

 

Fica mais fácil assim, certo? Critérios bem definidos e muito diálogo ajudam bastante, afinal é preciso criar raízes para os filhos, mas também é fundamental dar asas para que voem. Fugir de dizer ‘não’ para evitar frustrações é a melhor maneira de criar adultos inseguros e dependentes. Pense nisso!

 

 

 

 

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