Comer bem ajuda o cérebro

08/05/2018

A alimentação influencia no desempenho escolar do seu filho? A resposta é sim! Os especialistas não têm dúvidas nesse quesito, uma vez que a ciência já provou que alunos bem nutridos apresentam notas melhores. E essa relação não é restrita à infância, se estendendo à fase da pré-adolescência e adolescência. Mas por que a alimentação influencia tanto na capacidade de aprendizagem? Porque as crianças têm uma demanda maior de ingestão de nutrientes do que os adultos, já que tudo nelas está em fase de desenvolvimento: corpo, cérebro, cadeia neurotransmissora, visão, capacidade de fala e de concentração.

 

A construção de cada uma dessas áreas corporais depende do fornecimento de várias vitaminas e minerais, que participam de reações relacionadas com a formação dessas estruturas e o funcionamento correto de cada uma delas.

 

Uma alimentação desequilibrada resulta em um desenvolvimento incompleto da criança e baixa capacidade de raciocínio, o que influencia diretamente na dificuldade do aprendizado. Quando falamos de desnutrição, não estamos tratando da baixa ingestão calórica, que permite o desenvolvimento de estruturas corporais mais frágeis, mas estamos falando também da baixa ingestão de vitaminas e minerais que são essenciais para manter todo o organismo da criança funcionando.

 

 

O cérebro, por exemplo, nosso principal órgão de aprendizado, depende exclusivamente do fornecimento correto de energia para funcionar. Crianças bem alimentadas têm maior facilidade de aprendizado porque conseguem raciocinar corretamente, já que o cérebro está sendo nutrido com energia. Já em crianças que não recebem nutrientes suficientes, o cérebro fica sem substrato energético para funcionar bem, prejudicando a capacidade de raciocínio.

 

Mas quanto, como e o que meu filho precisa comer para ter um desempenho melhor? Neste caso, existem algumas interpretações. Para não errar, é importante buscar sempre fontes confiáveis de informação e profissionais especializados.

 

 

 

Com relação à quantidade diária recomendada, por exemplo, você pode se orientar pelos valores de referência da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, que são:

 

De 6 a 10 anos: 1.500 kcal diárias

De 11 a 15: 2.175 kcal

De 16 a 18: 2.500 kcal

 

É quanto ao cardápio? Neste caso, um bom nutricionista pode contribuir muito, mas vamos elencar aqui alguns aspectos que devem ser considerados para o bom desenvolvimento da criança: seu filho precisa comer carboidratos, proteínas, gorduras, vegetais, frutas e beber muito líquido. Um prato colorido também é bom sinal!

 

Atenção! As quantidades variam de acordo com cada criança e são somente uma sugestão para ajudar a entender a importância da participação de cada alimento ao longo do dia da criança. Se você acredita que a alimentação do seu filho está muito distante desse padrão e que ele precisa de um acompanhamento especializado, não hesite em contar com a ajuda de um nutricionista!

 

Em nossa cidade há diversos nutricionistas. Que tal dar um Google?

 

 

 

 

 

 

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